Destituo o teu ser em prosa à toa Esmago em mim os teus restos de carne boa Em balanço contínuo, navego por entre as dores do perder Aceito as verdades do esquecer Honesto, olho com olhos de chama cinza Construo o poema para acabar com a cela Aquela que te sustenta no teu pedestal Talvez [...]